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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Abstract


O jornalismo digital e o dilema do modelo de negócio
Som à Letra: Um caso de estudo

“Digital News is the latest buzzword in the news business. But what does it really mean for the future of news?”[1]

O ciberjornalismo a nível mundial começou aproximadamente em 1994, potencializado pela world wide web. De facto, a internet, um canal global, revolucionou as comunicações, representando de imediato um forte desafio para o jornalismo. No entanto a adaptação dos media à internet varia de país para país, e no caso português essa evolução não é de todo ascendente. O problema reside no modelo de negócio. Pago ou gratuito? Mecenato, publicidade? Ou crowdfunding?
Depois da euforia dos primeiros anos, caracterizada pela adesão quase incondicional dos média tradicionais à Internet, jornalistas e proprietários das empresas jornalísticas aperceberam-se que só isso não chega; é preciso tornar esta prática rentável” [2].
Através da criação do media digital Som à Letra [3] pretende-se testar todas as possibilidades que vêm sido discutidas pela comunidade científica, de forma a colmatar este dilema.

[1] Hauck, Peter, Digital first and the future of news http://newsinnovation.com/2011/11/14/digital-first-and-the-future-of-news/
[2]BONIXE, Luis, Ciberjornalismo: Modelo de Negócio procura-se http://www.clubedejornalistas.pt/wp-content/uploads/2011/02/JJ-45.pdf
[2] Video de apresentação, Som à Letra,  http://vimeo.com/34000209

Palavras-chave: Jornalismo Empreendedor, Media digitais, Modelo de negócio

Media digital Som À Letra


Logo desenvolvido por Diogo Machado



Pela liberdade, pelo prazer, pela aprendizagem, pela cultura

Em Fevereiro de 2012 nasce oficialmente o media digital Som à Letra.

Já acedeu a um ciberjornal cultural que informa, ensina e diverte ao mesmo tempo? Pois ele existe. Chama-se Som à Letra, um media digital sempre atento ao leitor, o protagonista".


Trata-se de um ciberjornal musical, com algum enfoque no cinema, literatura, moda e teatro.
Compromissos sonoros:
-Dar resposta ao modelo de negócio e tendências do jornalismo empreendedor
-Aposta no design da comunicação
-Aposta na multimédia (infografia, diaporama)
-Aposta no fotojornalismo
-Divulgação de novos talentos (música, teatro, cinema)
-Enfoque noticioso e atento (curadoria personalizada)

Em época de crise até sonhar torna-se complicado, pelo que torna-se importante concretizar cada ideia, de forma a não dar origem a contínuos sonhos/idealizações que desembocam em frustração.

Por isso, aprender, trabalhando é o que esperamos deste projecto, sempre fundindo com os conhecimentos  adquiridos aquando do nosso percurso pessoal e profissional.


Chama-se Som à Letra este media digital. Trata-se de uma longa viagem (pessoal e profissional) iniciada  por uma jornalista com muita vontade de trabalhar e sobretudo aprender. É um ciberjornal  que procura dar uma nova cor (nunca rosa) ao jornalismo musical em Portugal. 


Um projecto em crescimento, que abandona o blogue em 2011 e pretende solidificar-se como uma marca independente, baseada na elevada qualidade dos conteúdos,  no prazer pela actividade, espírito de entreajuda, contínua aprendizagem e forte responsabilidade social .


Até porque…


Bom mesmo é ir à luta com determinação,
Abraçar a vida com paixão,
 Perder com classe e vencer com ousadia,
pois o triunfo pertence
a quem se atreve...
A vida é muita para ser
...insignificante.

Charles Chaplin

Som À Letra - Apresentação from Som À Letra on Vimeo.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O projecto Som à Letra


No entanto, depois de terminar o estágio na Antena 1 , decidi desenvolver o blogue Som à Letra. O projecto já tem nove meses e evolui a cada dia com a juda do facebook. O objectivo é desenvolver um site dentro de dois anos. O feedback tem sido muito positivo.

O Som à Letra

Trata-se do meu grande projecto. No entanto , tudo começou na cadeira de imprensa , no 3º ano do curso de Ciências da Comunicação.O professor propôs a elaboração de um jornal. Eu como gostei sempre muito de música arrisquei e criei um jornal temático:O Som à Letra.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Festivais de Verão 2010


Ainda falta uns meses para a praia mas já são conhecidos os menus dos mais importantes festivais de Verão portugueses. Rock in Rio Lisboa, Super Bock, Super Rock, Optimus Alive já andam a lançar aperitivos musicais para todos os gostos.

Ponto da situação: Festivais de Verão em Portugal

O primeiro será o Rock in Rio Lisboa, em Maio. O palco deste espectáculo volta a ser o Parque da Bela Vista. A quarta edição decorrerá nos dias 21, 22, 27, 29 e 30 de Maio.

O cartaz ja vai ficando composto com nomes como Muse, Rammstein, Snow Patrol, Hanna Montana, Shakira, John Mayer, Ivete Sangalo, Xutos & Pontapés, e mais recentemente os Motorhead.



De 8 a 10 de Julho decorrerá o quarto festival Optimus Alive, no Passeio Marítimo de Algés, Oeiras . Para já são conhecidos nomes como Pearl Jam, Gossip, Phoenix e Kasabian para o cartaz.
Também em Julho, mas ainda sem data marcada, aguarda-se nova edição do Festival Delta Tejo, no Alto da Ajuda, Lisboa.

No Norte, Ben Harper foi o primeiro nome anunciado do cartaz do Festival Marés Vivas (15 a 17 de Julho) em Vila Nova de Gaia.

Por esses dias (mais concretamente nos dias 16, 17 e 18 de Julho) realiza-se a 16ª edição do Festival Super Bock, Super Rock, com casa na Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco.

Depois é a vez do Festival Paredes de Coura (28 a 31 de Julho), no Minho, ainda sem cartaz anunciado.

Agosto é a vez do Festival Sudoeste, previsto entre os dias 4 e 8 na Herdade da Casa Branca, Zambujeira do Mar, e do Super Bock Surf Fest, ainda sem data anunciada.

16ª edição de Super Bock, Super Rock

Empire of the sun

Empire of The Sun, Cut Copy e The National, Palma's Gang, Rita Redshoes e Laurent Garnier são os primeiros nomes confirmados para a 16ª edição do Super Bock Super Rock.

A organização voltou a mudar o formato do festival, depois de no ano passado ter repartido os concertos entre o Estádio do Restelo, em Lisboa, e o estádio Bessa XXI, no Porto. O festival decorre nos dias 16, 17 e 18 de Julho, desta vez na Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco.

Uma coisa é certa. Há espaço para um programa diversificado: um palco principal, um palco para novas tendências e um terceiro espaço inteiramente dedicado às sonoridades electrónicas.

Num cartaz que se espera recheado de grandes surpresas da actualidade , há espaço também para os novos talentos.

É que as bandas vencedoras do 6ºconcurso Super Bock Super Rock Preload (concurso que divulga anualmente novos projectos da música nacional e que de momento está em fase de candidaturas) vão actuar neste festival.

De acordo com o site da Blitz, a organização promete " condições excepcionais de campismo para os portadores de passe de três dias", com chuveiros, WC, Internet Café com wi-fi grátis, recarregamento de baterias de telemóveis e zona de alimentação.
Os bilhetes já estão à venda.

Os bilhetes diários custam 40 euros. Os passes (que dão acesso gratuito ao parque de campismo do Super Bock Super Rock) custam 70 euros.